A Transformação da Autoestima

A Transformação da Autoestima

14/07/2020 0 Por Najma Alencar
Tempo de leitura: 3 minutos

Quando falamos de autoestima geralmente associamos diretamente à mulher, esse é um grande erro, já que muitos homens sofrem tanto quanto mulheres quando o assunto é se reconhecer seguro e especial.
Então se você conhece algum homem ou alguma mulher que você identifica se encaixar com as características que vou falar nesse post, envie para ele esse link, ou se esse texto for para você me sinalize nos comentários. ♥

Vão me julgar

Pessoas com autoestima baixa geralmente sofrem muito para se posicionar na vida pessoal, profissional e amorosa. Visto que precisam lidar com a constante frustração de serem inseguros. Não apresentam sua opinião em público, por estarem aprisionados na ideia de possível reprovação das pessoas ao seu redor. A importância que dão para o julgamento alheio é gigantesca e na maioria das vezes é sufocante e impede a evolução pessoal.

Faz parte desse perfil a dificuldade de identificar as conquistas, grandes e pequenas. Aparece como uma cobrança constante para entregar resultado, mas quando entrega, não faz diferença nenhuma, já que não consegue reconhecer que fez algo bom ou concluiu uma tarefa antes do prazo. Aqui se encaixa mais uma característica, que é a procrastinação. A ideia, muitas vezes inconsciente, de evitar fazer uma tarefa ou adiá-la o máximo que conseguir. Isso acontece muitas vezes pela conceito formado de que vai fazer errado ou que não vai ser bom o suficiente, e acabam procrastinando por se sentirem incapaz… Muitas vezes esse é um comportamento automático.

As amarras emocionais de Maria

Maria é uma mulher muito inteligente que ama a profissão, sempre está estudando e buscando novas fontes de conhecimento, atende alguns clientes pelo plano de saúde, mas seu grande sonho é empreender, porém se sente amarrada, presa, estagnada e não existe nenhuma amarra física em Maria… Essa prisão é emocional… Ela não se acha capaz de começar um negócio, não acredita em si, tem vergonha de tentar, tem medo de ser rejeitada, se compara o tempo todo com as mulheres ao seu redor. No seu casamento precisa do aval do marido para ajudar a decidir pequenas coisas, mais uma vez a falta de confiança em si mesma aparece até no seu casamento.

Maria chegou em meu consultório de psicologia e trilhamos juntas um processo de empoderamento e de conhecimento sobre si, a inauguração de sua loja foi em dezembro de 2019.
Para mim é uma grande satisfação e um orgulho enorme poder compartilhar histórias de pessoas reais, na qual pude fazer parte do processo de regar e orientar em seus processos de evolução.
A baixa autoestima já fez parte da minha vida, eu já estive presa nessa corrente que me separava de tudo o que eu mais desejava.

E foi a partir de um processo de mudança, que um dia eu me propus a fazer, que consegui atingir o equilíbrio necessário para viver de forma plena.

Processo de Mudança

Para o processo de mudança, precisamos entender que a autoestima é um conjunto de crenças e atitudes em relação a si mesmo, formadas a partir da autopercepção e da interpretação do olhar do outro. Sabendo disso, conseguimos entender que simplificadamente é o olhar que você tem de si mesmo.
Então o que precisa mudar?
Isso mesmo! o seu olhar!

Vamos começar pelo foco! aonde está seu foco? está nos seus erros, está nos aspectos negativos das situações? comumente o foco da pessoa com autoestima baixa está no negativo. Então precisaremos remar ao contrário disso…
Vamos focar em qualidades e coisas boas? As pessoas que estão há anos alimentando essas características não saudáveis, não vão saber quais são suas forças, valores, habilidades. Que tal começar por esse ponto de descoberta? Quais foram suas conquistas e realizações?

Alguns padrões de pensamentos e comportamento podem ser paralisantes na vida de uma pessoa. Aprender sobre quais crenças, verdades ficaram impostas no seu inconsciente e ainda hoje o impedem de avançar e realizar determinadas coisas, é fundamental para barrar a insegurança e a sensação de incapacidade.

Esse artigo fez sentido pra você? deixe um ‘sim’ nos comentários e até o próximo!

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